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sábado, 25 de agosto de 2018

O Que é Sexismo ? E O Que Eu Tenho a Ver Com isso?

O Sexismo na Sociedade


Sexismo é um termo que em tese significa tanto a ação, como o pensamento discriminatório para com alguém baseado em seu sexo, seu gênero e sua orientação sexual. Em outras palavras, é quando temos atitudes, ou falamos, em relação a alguém de acordo com uma orientação (deturpada) de que um gênero é "melhor" do que outro. Um conceito totalmente errôneo, que já prejudicou - e feriu - milhares de pessoas, especialmente as mulheres.


Estas atitudes e pensamentos sexistas, infelizmente, foram muito internalizados e naturalizados pelas pessoas ao ponto de passarem "em branco", sem ninguém prestar atenção a elas ou fazer alguma coisa a respeito. Nesse sentido, as mulheres padecem do pesadelo  da discriminação de maneira invasiva, dolorosa e humilhante em quase toda a trajetória de sua vida.  


Como Identificar o Sexismo


De certa forma, esse ato nocivo e abusivo, permanece praticamente invisível na sociedade e muitas vezes, inclusive, as próprias mulheres podem aceitá-lo com quase naturalidade. O fato de conviverem com os abusos indefinidamente, sem ter uma noção clara de que há discriminação e humilhação naquela ocasião específica, deixa as mulheres sempre vulneráveis, principalmente aquelas que têm baixa escolarização e baixo rendimento.


Aonde está o Sexismo no Dia-a-dia? Como Posso Identificar Esta Discriminação?


Diariamente as mulheres são vítimas de comportamentos sexistas e muitas destas vezes não conseguem sequer enxergá-los. Mas há muita pessoas, grupos e instituições interessadas em acabar com este discurso de desvalorização e abrir os olhos das mulheres para o discurso do empoderamento, quando a mulher sai da ordem da submissão e passa a ter domínio consciente de todo seu potencial como pessoa, sem se desmerecer por ser mulher. 

                           
É o peso do discurso reacionário, dos achismos, do senso comum, extremamente pejorativos em relação a mulher, que também definem esta condição de sexismo arraigado.

 Os resultados do patriarcalismo e machismo ainda muito presentes na sociedade brasileira, certamente contribuem para que este contexto de dominação (de um gênero sobre o outro) sobreviva tanto tempo.

É preciso atacar e tentar acabar veementemente com estas disposições de sexismo ainda muito atuantes na vida social. Muito pode ser mudado a esse respeito, desde já, ainda na infância, de homens e mulheres.

                                      


A equidade de gêneros, quase inexistente no Brasil, é tema de muita discussão dentre os grandes tópicos dos direitos humanos. A desigualdade entre os gêneros pesa enormemente, no que diz respeito a questões do cotidiano, como com o trabalho, com a educação, os afazeres básicos do cotidiano, nos esportes, na cultura,  no lazer, etc. 
A mulher enfrenta muito mais dificuldades que os homens quando vai buscar sua inserção na sociedade e poucas conseguem assumir uma posição em pé de igualdade com os homens.

Como Podemos Nos Posicionar contra o Sexismo?

São muitas as maneiras de combater o sexismo presente nas  entranhas da sociedade brasileira, mas deve-se começar este processo, primeiramente, ao aceitar a existência deste fardo discriminatório, absurdo (desde sempre) e perverso. 

Na escola quando pequenos, meninos e meninas precisam interagir em condições igualitárias de aprendizado e tratamento ; como também na adolescência e ao entrar na vida adulta, com cargos, salários, oportunidades, nos ambientes sociais, religiosos, esportivos, culturais,  familiares e até físicos.  Absorver, na contramão do senso comum, que as mulheres podem ser e fazer tudo como são e fazem os homens, se assim desejarem, desde a mais tenra idade.
Sexismo - Desigualdade de Gênero

O sexismo - a desigualdade de gênero - é um oponente que mina os esforços de crescimento da própria vida humana. Pois, ao excluir parte substantiva dela - a força da mulher - que é imprescindível para levar adiante a história da humanidade,  priva-se de ir adiante. Mas apenas em pé de igualdade poderemos unir forças e nos elevar como seres humanos a novos patamares. 

Você pode gostar também de: https://www.youtube.com/watch?v=n5q91ZtGGwk ;    https://www.youtube.com/watch?v=9wmeN8AfPHo&t=466s; https://sociologiahojemdia.blogspot.com/2018/08/tatiane-mais-nova-vitima-do-feminicidio.html ;  https://www.huffpostbrasil.com/soraya-chemaly/10-sexismos-do-dia-a-dia-e-o-que-voce-pode-fazer-a-respeito-dele_a_21679806/




quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Ideologia de Gênero - O que Fazemos Com as Diferenças?

Há alguns anos, um debate tem acalorado os comentários e postagens nas redes sociais, esquentado o clima nas instâncias políticas, provocado discursos e discussões descabidas e desagradáveis em vários lugares onde pessoas se encontram.

E, aonde deveria haver confraternização, empatia, tolerância e diálogo, há desacordos gritantes, ofensas, insultos e até violência física.O tema: sobre a incorporação ou não da ideia/conceito "ideologia de gênero" no seio da sociedade, em instituições como  a escola, por exemplo. 

                             
Defesas e ataques ao conceito de ideologia de Gênero                     
       

Defensores e opositores do fato têm se estranhado por aí. O que é lamentável concluir que não sejamos capazes, em pleno século XXI, de trazer à tona uma questão, sem desejarmos pular no pescoço um do outro.

Porque pensamos diferente sobre um mesmo tema,  não conseguimos discutir, discernir, compreender, tolerar, ponderar, racionalizar, e tentar chegar a um consenso,  a um acordo. A Ideologia de Gênero tem provocado divergências gigantes.



Todos queremos apenas ter razão,  e com a nossa poderosa razão tentamos apunhalar nosso interlocutor, que naturalmente vira nosso adversário, a quem queremos derrotar custe o que custar. 

Esquecemos - em uma fração de segundos - que o mundo é plural, diverso e diferente, que temos o direito de termos nossas condutas e princípios, mas o outro também tem o mesmo direito igualmente.  Qual é o detentor completo da razão?

Quem detém a sabedoria verdadeira?

Aqui na internet ou em inúmeras situações/espaços da vida real, os discursos, ora sustentam a necessidade de legitimidade de que os corpos têm várias sexualidades e a partir dessa premissa, a sociedade tem que se adequar às novas concepções sexuais identitárias; ora reafirmam e querem assegurar que nenhuma outra concepção da sexualidade além da heterossexualidade, seja a legítima aceitável. Para horror de ambas as partes que sentem-se excludentes mutuamente. 

Na briga pelo controle e detenção da sabedoria plena - radicalmente defendida e abarcada - todos saem perdendo. Imperativo sim é saber que ambos os lados da questão da ideologia de gênero têm o direito de decidir sobre suas práticas, escolhas e controle sobre seus próprios corpos e diretrizes de vida. 

Apontamos dedos e definimos o "certo e errado" do outro, sem encontrar um termo no qual o respeito integral seja assegurado sem represálias. Um sonho que parece ainda muito distante, a unidade (ou união) na diversidade.

                             
Como lidar com o meu direito de pensar diferente?

Alguns argumentam que o problema real está em levar para o âmago escolar, principalmente no que diz respeito aos educandos de educação infantil e ensino fundamental. 

Afirmam  que a imaturidade das crianças para entender tais dimensões de aprendizado de gênero/sexual não fariam nenhum bem (pois implica que aprenderiam como uma meta curricular) , ao contrário, só as confundiriam ou doutrinariam a acatar posturas que ainda não são para a idade.

Nesta mesma argumentação e aliados ao fator religioso - a religião de cada família, das mães e pais destas crianças - insistem em que esta é uma concepção familiar, para a família resolver ou orientar, não a escola, professores e currículo. 

Dirigentes de grupos de proteção aos direitos das famílias e grupos cristãos, são os que mais tomam à frente da oposição, participam de palestras, nas próprias igrejas, nas escolas ou mesmo nas câmaras legislativas onde o tema é debatido.

                             


Houve avanços na luta pelo direito à diversidade?

Na outra ponta da polêmica, grupos ligados aos movimentos de direitos humanos, movimentos LGBT, Ongs, grupos de estudantes e professores, dentre outros, alegam a importância da inclusão  destas categorias de estudo  (a ideologia de gênero).

Segundo  eles, haveria não só de entendimento da diversidade sexual e de gênero, como também será capaz de  fomentar a pacificação nas escolas, entre os alunos e professores, e alunos e seus pares, tendo em vista a quantidade de casos de preconceito, bullying e homofobia no ambiente escolar, muitos deles terminados em ações violentas ou de extrema violência.
                                      


Para os estudiosos envolvidos nos estudos de gênero e sexualidade , a introdução da educação sexual nas escolas, desde a educação infantil (até 7 anos) e ensino fundamental (entre 7 e 13/14 anos) , não só para estudantes do ensino médio (maiores, geralmente a partir dos 15 anos).

Defendem que é imprescindível criar uma cultura de não violência, que combata a discriminação (violências de gênero, violência contra a mulher, violência homo, lesbo e transfóbica). Justificam para tanto, a introdução da disciplina e seus termos nos parâmetros curriculares do MEC, que asseguraria a implementação dos mesmos na grade curricular de todas as escolas.


Os desentendimentos estão longe de acabar sobre essa polêmica da ideologia de gênero. Cada lobby, manifestante, grupo ou associação, brigam ferozmente por seus pontos de vista, agarram-se às suas perspectivas como se fossem escudos para auto-defesa na peleja sem fim. 

Ambos os lados tiveram suas vitórias e derrotas, digamos assim. Como se não fosse o "ideal" a paz, a conciliação, a trégua. Não sabemos ainda qual caminho viabilizará o entendimento, quais parâmetros assegurarão o equilíbrio.


 Ambos os lados precisam ser ouvidos, ambos precisam dar visibilidade às suas interpretações, ambos precisam recorrer ao esforço de ouvir o outro, ambos precisam defender seus ângulos da questão e não serem desrespeitados por isso. Estamos vendo aonde a intolerância tem nos levado pelo mundo afora, é incrível que não tenhamos medo disso. Radicalismos deveriam nos assustar. O interesse mútuo deveria ser pela resolução pacífica dos conflitos.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Redação do Enem - Inclusão das Diferenças


                                                   

A despeito de toda a polêmica suscitada, devemos reconhecer a dimensão fundamental que o tema da redação do Enem alcança quando ocorre sua divulgação. Afinal, são cerca de seis milhões de estudantes que prestam o exame, e portanto, esse mesmo número de pessoas são, de certa forma, "obrigadas " a pensar sobre aquele assunto (atual, de cunho social), durante ao menos, quatros horas seguidas. Fora o destaque e repercussão que decorre quando o resto da população toma conhecimento do conteúdo, geralmente atrelado às questões de direitos humanos ligados às desigualdades. Nos últimos anos chamaram nossa atenção os tópicos da Lei Seca, a publicidade infantil, o movimento imigratório,  a violência contra a mulher e, em 2016, o combate à intolerância religiosa. 
                                        


Este ano, deixando pasmos milhares de professores que tentaram exaustivamente fazer seus alunos se prepararem para a prova de redação (exigente e complexa) do Enem, o tema foi compreendido como difícil, de contexto muito diferente do que esperava-se: Desafios Para a Formação Educacional dos Surdos. Específico dentro das abordagens sociais para educação de minorias, geralmente desconhecido pela grande maioria dos estudantes. 


Embora recentemente colocada como disciplina obrigatória para os cursos de formação de professores (as licenciaturas), bem como a incorporação feita por algumas escolas, que já integraram o ensino da linguagem de sinais na carga horária , como também há uma corrente de educadores com intenção de fazer de Libras uma disciplina obrigatória nas escolas de educação infantil e ensino fundamental. Ainda assim, certamente a inclusão social do surdo não é uma das conversas mais populares nos bate-papos.


                                 

15 milhões de surdos no Brasil                                                                                                                

Segundo as estatísticas oficiais, há em torno de 15 milhões de surdos no Brasil, não é um número pequeno. E que outro tipo de grande visibilidade poderia encontrar essa comunidade no cotidiano?  Certamente nenhuma, diante de uma sociedade cada vez mais excludente, preconceituosa, discriminatória, dura, apática e não empática com as causas humanitárias. Situação a anos-luz do tratamento corriqueiro que naturalmente dispomos aos interesses beneficentes, às necessidades de inclusão da diversidade, cada vez maiores. Interessante o fato de que, finalmente, de alguma maneira, esta pauta seja "forjada", para que, em 25-30 linhas discorra-se sobre isso, e preferencialmente (desejando-se passar na prova) deve-se tratar de maneira respeitosa o objeto da análise em questão, tratando-o como conteúdo de importância social.                                                      
                                                               
Quais os desafios para a formação educacional dos surdos no Brasil?                                                  

Não é mais o futebol, nem o carnaval, nem as celebridades. Ali, naquele momento, uma minoria (!15 milhões?) com parcos direitos e representatividade, ganha uma voz emprestada, é notada, tem visibilidade, recebe, precariamente ou não, a atenção merecida pela sociedade brasileira em larga escala. De excluídos no mercado de trabalho, nos meios de comunicação, nas políticas públicas, pagamos para ver durante algum tempo, alguns daqueles que compõem a base da pirâmide, se destacarem e serem vistos, deixam de ser invisíveis, saem da extrema desimportância para adquirir relevância.



                                 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Enem

Os dois primeiros domingos do mês de novembro serão marcados pela realização do exame Enem 2017, o teste que analisa o desempenho dos estudantes no Brasil. A prova não terá mais o sábado, como era de praxe. Essa mudança foi realizada pelo MEC (Ministério da Educação) após consulta pública  ocorrida no começo de 2017. Outras mudanças também foram instituídas, dentre elas, as principais são: nas provas serão colocadas a  identificação pessoal do participante, seu nome estará na capa dos cadernos; não haverá mais divulgação do ranking das escolas ; o Enem não valerá mais como certificado de Ensino Médio e a prova de redação será feita agora no primeiro dia de provas. O Enem ajuda milhares de estudantes a ingressarem em instituições públicas e particulares de ensino através de programas como o Prouni, Pronatec, Fies e Sisu. Os dois domingos serão agora dia 5 de novembro e o próximo dia 12, o domingo seguinte.


A maioria das alterações anunciadas visaram principalmente assegurar mais segurança ao estudante, bem como com o resultado do exame. Também o Inep - Instituto Nacional de estudos e pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, órgão parceiro do MEC em todas as tomadas de decisões, assegurou que as medidas foram tomadas visando o aperfeiçoamento geral do Enem e que a consulta pública deu maior transparência às decisões tomadas. Veja no link abaixo a relação completa das transformações incluídas no exame, divulgadas pelo próprio ministério:



Portanto, os estudantes agora só precisam dos "toques finais" para prestar o exame, supondo que tenham se preparado no decorrer do ano. Como sempre, o tema da redação é uma grande preocupação, já que há dezenas de temas atualizados para serem dissertados na prova. Alguns dos temas supostos sugeridos pelos sites e videos de preparação para concursos foram: soluções para o debate LGBTfobia; inclusão social dos moradores de rua; soluções para o sistema carcerário brasileiro; ideias de combate a poluição do meio ambiente; depressão e combate ao suicídio; o envelhecimento populacional; avanços da tecnologia na sociedade; mobilidade urbana sustentável; conceito de família no século XXI; crise no sistema hídrico no Brasil; obesidade e saúde; bullying; dentre outros.

Bos sorte a todos os estudantes!



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Outubro Rosa 2017

Mais um mês de outubro encerra-se com o êxito na campanha "Outubro Rosa". Várias intervenções foram organizadas e coordenadas, espalhadas pela cidade - como também no interior baiano - convidando as mulheres a participarem ativamente do mutirão de exames gratuitos que foram ofertados (em maior quantidade que o habitual), por diversas entidades (clínicas) , na maior parte públicas. Milhares de fitinhas de seda rosa (símbolo-chave da campanha de prevenção ao câncer de mama), de papel rosa ou de plástico rosa, foram  acessórios indispensáveis às roupas femininas, presas em suas blusas ou vestidos com orgulho, dando visibilidade a um movimento que tem crescido nos últimos anos.

Além dos postos fixos para realização das mamografias, também foi disponibilizado um "caminhão itinerante", com  equipamentos para realização de exames clínicos, além de médicos para atendimento, que visitou alguns bairros da capital durante todo o mês. Este projeto teve a programação divulgada antecipadamente.com a intenção de que, dependendo da necessidade do caso, as pacientes seriam encaminhadas para realizar mamografias nas unidades públicas de saúde. 

Todas as iniciativas são louváveis e não devem parar, a partir de uma maior conscientização pela população feminina da importância dos cuidados com seu corpo e sua saúde.É preciso ficar atenta aos prestadores de serviço público de saúde na área ginecológica: comunicando as falhas, denunciando abusos que ocorram, ou por outro lado, disseminando ações positivas e favoráveis, compartilhando as boas ações que encontrar. Inclusive, é bom lembrar, que após a campanha em outubro, os cuidados ainda sejam redobrados. 






sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Bullying - Perseguição Ostensiva e Ameaçadora é Crime?


Embora o destaque dado pelos jornais impressos e midiáticos ao recente caso de violência ocorrido em uma escola da cidade de Goiânia ( resultando em duas crianças mortas e várias  feridas), devemos atentar para a questão específica de ataques violentos em escolas decorrentes principalmente de bullying - com uma compreensão maior, mais complexa e abrangente.

                                   

As Situações de Bullying são Mais Noticiadas Atualmente?

Infelizmente, aqui no Brasil, os casos relacionados a bullying (e os correlatos de agressão, perseguição, preconceito, exclusão, outros) tem crescido há alguns anos, à medida que também têm sido divulgados e denunciados. Pesquisas jornalísticas afirmam que em 2016, 42% dos alunos nas cidades brasileiras com maior índice de violência, sofreram algum tipo de agressão. 


Esta é uma estatística bastante alta e preocupante. Nos últimos anos, chamou atenção os casos ocorridos em Suzano/SP, Piracicaba/SP, Uruoca/CE, Porto Alegre, uma escola no bairro de Realengo/RJ com treze vítimas, e em Janaúba/MG - onde oito crianças e uma professora morreram ( fatos gravíssimos e fatais de bullying), dentre outros .

Autoridades e leigos, preocupados com os aumentos de casos, pensam na criação urgente de uma nova geração preparada para acolher as diferenças, coexistir com elas e respeitá-las nos seus semelhantes. 

                                                 
Cresce o índice de Hostilidade no Ambiente Escolar


Existe Bullying nas Escolas Brasileiras? Como lidar com isso?


O conjunto da sociedade (mundial, vale lembrar, esse é um problema no mundo), tem se  debruçado sobre a questão, pois afeta a todos em igual medida. Para não ficarmos  fadados a ver crescer assustadoramente os índices de situações de hostilidade dentro do ambiente escolar, são inúmeras mudanças'que se fazem prementes. Dentre elas:

1- Trabalhos de prevenção de variados tipos de violência;

2- Campanhas de conscientização em instituições de ensino públicas ou privadas;

3- Formação contínua e adequada voltada ao entendimento da diversidade;

4- Estabelecimento de política de tolerância  mínima em relação ao não acolhimento diversidade;

5- Campanhas de formação de grupos de apoio a respeito de situações de bullying, etc